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Saiba quais as raças de cachorro em risco de extinção

Desde o seu surgimento, os cachorros se desenvolveram e foram evoluindo de acordo com as necessidades da sociedade em que viviam. Dependendo do meio ambiente em que conviviam com os humanos, estes cães desempenhavam papéis específicos, e à medida que as necessidades aumentavam ou diminuíam suas funções dentro desta sociedade também mudavam ou se extinguiam por completo.

Assim, de acordo com as necessidades humanas, as raças foram surgindo e sendo aprimoradas, outras completamente extintas. Alguns cães foram criados para ajudar em tarefas no campo, como pastorear rebanhos, servir como tração animal e até proteção. Quando alguma outra tecnologia era inventada, o cão acabava perdendo sua função e o seu valor diminuía, o que acarretava mudanças nos cruzamentos de raça ou o início de um processo de extinção.

Os primórdios da convivência entre humanos e cachorros

Segundo registros fósseis, o cachorro foi domesticado entre 11 mil e 32 mil anos atrás, sendo duas hipóteses até hoje aceitas; a primeira conhecida por “hipótese do caçador” que afirma ter sido o homem quem criou, em cativeiro, filhotes de lobos para ajudá-lo nas caça; a segunda, a “hipótese limpador“, diz que foram os lobos que se aproximaram dos humanos enquanto procuravam alimentos. Não se sabe ao certo qual das hipóteses é verdade, mas é fato que este encontro entre lobos e humanos ocorreu e estabeleceu-se esta relação de troca mútua, onde o cão contribuía com ajuda física nas tarefas e companhia, e o homem com respeito e alimento.

Estes lobos já domesticados e seus descendentes foram ganhando cada vez mais espaço e se tornando cada vez mais parecidos com os cachorros de hoje. Novos cruzamentos eram feitos de acordo com as necessidades de cada dono, e ao ter que se adaptar ao seu novo ambiente humano, como se adequar a uma nova dieta alimentar, novos comportamentos e regras, assim como muitas outras mudanças sociais, estes lobos foram sendo modificados assumindo diferentes formas e tamanhos, até que se criaram novas raças.

À medida que homem foi migrando e levando seus cães junto para diferentes lugares do mundo. Estes cães foram se misturando e cada raça passou a ser cruzada entre si e com outras raças para criar características diferentes para suprir necessidades diferentes de cada lugar, e assim foram surgindo cada vez mais raças diferentes, sendo hoje mais de 400 raças diferentes em todo mundo.

Mas por que algumas raças sofrem com extinção?

Segundo a Confederação Cinológica Internacional, responsável por certificar cães por pedigree, cerca de mais de 400 raças caninas estão registradas, e pelo menos 29 raças caninas estão em perigo de extinção, sendo que outras 40 foram extintas só ao longo do século 20 e várias outras só existem nos livros de história ou em retratos de pinturas antigas.

Não há como saber ao certo um número exato, pois a Confederação se baseia em registros fornecidos por canis, mas mede-se a população de uma raça pelo número de indivíduos puros registrados, que não tenham outras misturas na linhagem. E os motivos da extinção de algumas raças variam dependendo do período histórico em que viveram ou foram criadas.

Como foi dito antes, conforme as antigas civilizações foram se desenvolvendo, as funções designadas aos cães também acabavam tendo que mudar. E por conta da funcionalidade, muitas raças perderam valor e, consequentemente, foram extintas. Quando não era por funcionalidade, era por que os cães não se adaptavam tão facilmente aos diferentes ambientes como o ser humano.

Notem por exemplo que muitas raças possuem o nome da sua função: os cães pastores ou boieiros como o Pastor Alemão e o Pastor Australiano eram pastores de ovelhas. Os Dachshunds (nome em alemão que significa caçador de texugo) foram criados para caçar suas presas escavando, por isso possuem seus corpos alongados e as patas curtas para poder entrar nas tocas estreitas. Estas raças, no entanto não foram extintas por causa das suas antigas funcionalidades, nem mais desempenham as mesmas atividades, mas continuam a protagonizar outras funções, seja como na polícia, no caso do Pastor alemão ou como cão de companhia, no caso de ambos.

Talvez o maior exemplo de raça que perdeu a sua funcionalidade e foi completamente extinta é a “Turnspit”, uma raça de cão de patas curtas, pelos longos e corpo bastante pequeno, muito popular na Inglaterra século XVI. O Turnspit ficava nas cozinhas britânicas dentro de uma roda, girando-a como um hamster, para fornecer energia motora para o cozimento dos alimentos. Há registros também deles em igrejas para esquentar os pés dos fiéis. Eles serviam como utensílios domésticos. A Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais tentou proibir esta prática mas eles já estavam praticamente extintos, visto que já existiam máquinas para fazer o trabalho dos cães, e como não era uma raça atraente como Poodles, por exemplo, ninguém se preocuparam em reproduzi-los.

Outro exemplo de extinção pela falta de funcionalidade é o Dogo Cubano, um cão de porte grande e aparência peculiar, criado a partir de rinhas caninas. Eles serviam para perseguir escravos fugitivos, mas com a abolição da escravidão já não havia uma razão econômica para manter a raça e ela foi extinta.

Já o Buldogue é um exemplo de raça que tinha tudo para ser extinta e deu a volta por cima. O Buldogue ou “bulldog” foi criada no passado especialmente para o esporte bull-baiting, muito popular entre os séculos XVII e XIV. O cão era colocado em uma arena para lutar com um touro amarrado a um tronco, a fim de domá-lo pelo focinho e imobilizá-lo. O Buldogue tinha uma mandíbula forte o suficiente para tanto além de pequenos e vigorosos para ficar debaixo do touro sem ser chifrado até que pudesse atacá-lo. Mas em 1835, o Reino Unido baniu o esporte e declarou o bull-baiting uma atividade ilegal. Com isso os buldogues perderam o emprego, mas ao invés de se extinguirem, caíram nas graças das pessoas pela sua aparência exótica e apesar da agressividade, passaram a ser recriados para ter uma docilidade incomparável. Tudo isso bem na mesma época em que surgia o conceito moderno de cão de raça e seus clubes que passaram a criar raças com melhores atributos e realizar competições para expor os melhores exemplares de cada uma delas.

Hoje, o tráfico de carne de cachorro, a proibição de raças violentas e seus banimentos e as oscilações nos modismos são as principais ameaças. As raças que seguem abaixo são consideradas ameaçadas de extinção por terem apenas 300 indivíduos (ou menos) registrados por seus criadores, sendo que algumas já foram até extintas.

Raças ameaçadas pelo tráfico para alimentação

Ao contrário que muita gente pensa, não são só os norte-coreanos que comem carne de cachorro, muitos outros países asiáticos também apreciam a iguaria. A Tailândia, por exemplo, costuma abastecer os mercados de carne da China e do Vietnã e por esta razão a espécie canina já está quase que totalmente extinta por lá. Segundos dados levantados, cerca de 1 milhão de animais são contrabandeados por ano somente para suprir esta demanda. Outros países como a Indonésia, Filipinas e Malásia, também consomem cães, mas apenas no inverno e durante as festas de final de ano.

JINDO GAE – a raça é protegida por lei e vive isolada em uma ilha da Coreia do Sul para não ser exportada para a Coreia do Norte e virar iguaria.

FORMOSAN – esta raça é uma verdadeira sobrevivente, pois já foi declarada extinta quatro vezes, mas sobrevive até hoje depois que o governo proibiu seu consumo após restarem apenas 46 exemplares. A raça não é comida em Taiwan desde 2004.

CÃO DE CRISTA DORSAL – a raça é nativa da Tailândia, e desde 2003 é considerada muito valiosa. Desde então, o país vem se esforçando bastante para preservar a raça com apenas menos de mil cães mantidos isolados.

PUNGSAN – a raça é originária das geleiras da Sibéria, sendo que restam apenas alguns exemplares deles, pois além de serem muito apreciadas por tigres siberianos, chefs de restaurantes costumam oferecer sua carne como iguaria afrodisíaca.

CHOW CHOW – apesar de serem considerados sagrados e por muitos anos linhagens puras eram preservadas em mosteiros chineses, a raça está em queda na China, seu país de origem. Já foi popular em outros países também por causa da sua língua azulada, mas sua carne é muito apreciada na Manchúria e na Mongólia.

POI HAVAIANO (EXTINTO) – raça antiga, troncuda e de focinho curto parecida com o porco. Era facilmente caçada nas ilhas do Pacífico por índios polinésios.

Raças ameaçadas por serem violentas

Normalmente estas raças são frutos de cruzamentos feitos pelo homem com o intuito de criar cães de briga – um esporte muito popular antigamente que rendeu uma má reputação a muitas destas raças até os dias de hoje. Estas raças tornaram-se ameaçados após governos de alguns países decretarem proibidas as práticas das rinhas caninas. Países como Inglaterra e Dinamarca até baniram algumas raças, criar regras e intensificaram o controle para quem insiste em criar as que sobraram. Na Oceania, cachorros considerados violentos vindos do exterior são proibidos e, no Brasil, algumas delas também não são bem vistas, tanto que há projetos para vetar Pitbulls e Rottweilers do convívio com o resto da população.

FILA BRASILEIRO – a raça, como o próprio nome já diz, é originária do Brasil e já foi muito popular entre os brasileiros que desejavam um cão de guarda fiel e alerta, mas acabou sendo banida na Nova Zelândia e em Trinidad e Tobago por exterminar espécies da fauna silvestre, nos últimos 30 anos, sua população caiu para menos da metade.

DOGUE CANÁRIO – a raça foi banida na Noruega e com isso sua população vem decaindo desde 1970. Silencioso e ágil como um gato, centenas deles ainda patrulham sítios nas Ilhas Canárias.

ANTIGO BULDOGUE INGLÊS (EXTINTO) – a raça que originou toda a linhagem de buldogues, era tão ágil e feroz que o foi considerada uma afronta e proibida na Europa, o que acarretou na sua completa extinção já no início do século 20.

TOSA INU – a raça originária do Japão possui um forte instinto de briga que a impede de retornar à Austrália, onde não resistiu ao banimento entre as décadas de 1930 e 1950.

CANE CORSO – raça originária da Itália, verdadeiras bestas de arena, foram quase extintos na década de 1970 e ainda restam muito poucos exemplares no sul da Itália.

CÃO-LOBO – este é apenas um nome genérico para as raças quase selvagens de Malamute e Esquimó Canadense, raças que resultaram de cruzamentos entre cães e lobos, e que restam menos de 300 indivíduos no Alasca.

BOERBOEL – a raça deriva dos mastins, e costumava enfrentar touros e cavalos. Em 1983, foram registrados apenas 72 cães na África, e na Dinamarca desapareceram por completo em 2010.

Raças ameaçadas por terem saído de moda

As raças puras só sobrevivem graças aos criadores. E criadores costumam agir como comerciantes, onde há procura deve haver oferta. O fato é que muitas raças acabam virando moda, seja por causa de uma campanha publicitária de sucesso, um personagem protagonizado por uma raça específica em um filme ou série de TV de grande audiência, e até mesmo por causa de uma celebridade qualquer que possua um exemplar. Isso acaba ocasionando surtos de procura por parte dos compradores, e os criadores passam a produzir mais exemplares. Quando o surto acaba, criadores passam para outras variedades e aquele animal uma vez tão popular acaba sendo esquecido ou trocado por outro que esteja em maior evidência.

Os cães de caça e pastoreio uma vez tão populares, como o caso do Collie, a “Lassie” e o Pastor Alemão, o Rin Tin Tin, já não ocupam os primeiros lugares no ranking de popularidade desde o fim das monarquias, apesar de não estarem em perigo de extinção. Já as raças de pequeno porte lançados na Era de Ouro de Hollywood, como o Sealyham Terrier e o Welsh Corgi, tentam resistir bravamente à indiferença das pessoas.

PODENGO PORTUGUÊS – a raça costumava ser o mascote das expedições imperiais, mas uma última contagem em 2009, constataram apenas 500 cães da versão pequena no Reino Unido.

PASTOR DA MANTIQUEIRA – a raça é descendente de cães de boiada europeus e já foram muito úteis na escolta de desbravadores pelas serras brasileiras. Hoje, restam apenas alguns exemplares dessa raça.

PAISLEY TERRIER (EXTINTO) – a raça foi criada para caçar ratos mas se tornou um cão de colo muito popular entre as burguesas da Era Vitoriana muito apreciado por sua pelagem longa e sedosa, e passou a ser criado para ser um cachorro de exposição, para competições. Acabou perdendo o seu posto no final do século 19 para o Yorkshire Terrier, que acabou ganhando mais popularidade causando o seu desaparecimento.

SEALYHAM TERRIER – a raça ficou famosa nos anos 60 por causa dos astros Elizabeth Taylor e Alfred Hitchcock que possuíam um exemplar da raça. Mesmo assim, em 2008 foram constatados apenas 43 exemplares no mundo inteiro.

STABYHOUN – a raça era mantida por caçadores ricos para perseguir raposas, mas em 2011 foram contados pouco mais de 3 mil em fazendas do norte da Holanda.

OTTERHOUND – raça muito usada para caçar lontras no Reino Unido, mas com a proibição do esporte nos nos anos 70, a raça quase se perdeu, restando apenas mil exemplares vivem adaptados em casas.

SKYE TERRIER – proveniente da ilha escocesa de Skye, de onde levou o seu nome, a raça é um dos terriers mais antigos do mundo (existem registros desde a Idade Média). Ele foi muito eficaz no controle de pragas do século 19, ficou muito conhecido pela sua bravura e fidelidade e logo caiu nas graças da rainha Vitória da Inglaterra. A família real escocesa manteve vários desses cães por muito tempo, mas mesmo assim a população mundial deles está entre 3.500 e 4.000 indivíduos e pode sumir em 40 anos.

TOY TERRIER INGLÊS – a raça já foi muito popular entre a nobreza inglesa, mas tem sido monitorada desde os anos 50, sendo realizadas inseminações artificiais entre cães dos EUA e da Inglaterra para que a raça não acabe.

SETTER IRLANDÊS – a raça foi extinta no século 19 pois só o padrão de pelo ruivo era aceito, mas foi retomado após a 2ª Guerra Mundial graças a genes puros encontrados em cães malhados.

SAPSALI – a raça coreana foi massacrada pelo Japão em 1945, mas driblou a extinção em 1990 através de vacinas contra vírus gestacionais que garantiram a fecundação de 50 cães.

Raças extintas por perder a função ou por ficar obsoleta

Como já foi explicado no início do texto, à princípio os cães eram criados para desempenhar determinadas funções, e com a evolução natural e desenvolvimento social, muitos deles foram perdendo o seu espaço e sendo substituídos por máquinas e tecnologias que não mais justificavam a presença deles. Muitas raças também não eram atraentes visto que não haviam sido criadas com esta preocupação e portanto, não caíram no gosto da população, e assim acabaram não sobrevivendo ou entrando em perigo de extinção.

ENGLISH WHITE TERRIER – a raça foi desenvolvida com o objetivo de introduzir um novo integrante para as competições de conformação, mas ela nunca se tornou popular por não ter nada de diferente dos outros terriers, além disso a raça ainda possuía alguns problemas genéticos de saúde.

ST. JOHN’S WATER DOG – raça retriever originária da ilha de Terra Nova no Canadá muito semelhante ao Labrador, tanto fisicamente quanto geneticamente, mas entrou em extinção nos anos 80.

TOY TRAWLER SPANIEL – a raça era mistura entre o King Charles Spaniel e o Susexx Spaniel e ficou muito parecida, fisicamente, com o King Charles Spaniel, só que menor. Desapareceu na década de 20, mas é possível ver uma foto no Museu de História Natural de Tring, no Reino Unido.

TURNSPIT DOG – a raça foi criada para exercer uma antiga tarefa doméstica específica nas cozinhas do Reino Unido: correr dentro de uma roda, como um hamster, para girar um espeto onde a carne assava. O cachorro precisava não ter medo do fogo e ser leal o suficiente para não roubar a carne. Mas uma nova tecnologia surgiu e tornou o trabalho dessa raça obsoleta fazendo com que ela desaparecesse por completo.

CORDOBA FIGHTING DOG – como o próprio nome já diz, a raça foi criada para participar das uma vez populares rinhas entre cães. A raça era uma mistura de Boxer, Bull Terrier, Buldogue Inglês e Mastife e com a proibição do esporte, na metade do século XX, a raça foi usada para criar o Dogo Argentino.

ALPINE SPANIEL – raça de cachorro grande com pelagem grossa muito usada para ajudar em resgates nas montanhas de Grande São Bernardo nos Alpes Suíços. Sua extinção foi causada por uma doença no século XIX, mas o atual São Bernardo é geneticamente seu descendente.

TAHLTAN BEAR DOG – a raça além de servir de companhia para nativos de um povoado de mesmo nome (região em que hoje é British Columbia, norte do Canadá), era usada também para caçar ursos, e além de coragem, eles também eram gentis e amigáveis. Mas após a exploração de outros povoados na região, a raça acabou desaparecendo.

MOLOSSUS – a raça é o avô do atual Mastife, e era um cão de guerra comum no antigo mundo greco-romano. Apesar de não se saber sobre o surgimento exato da raça, acabou se extinguindo após o desenvolvimento de outras raças já que não haviam mais guerras para serem travadas.

TALBOT – raça muito popular na Idade Média e usada em diversos brasões. Era muito valorizada pelos seus atributos de caça e muito trabalhadora. Foi extinta há muito tempo devido a diminuição da prática da caça, mas serviu de ancestral para outras raças como Beagle e Cão de Santo Humberto.

A função dos cachorros nos dias de hoje

Hoje a popularidade de cada raça canina não está mais ligada a sua funcionalidade de antigamente. Hoje, um cachorro “funcional” é apenas um cão sociável ainda capaz de desempenhar diversos tipos de tarefas mediante treinamento específico de acordo com as suas habilidades naturais. Outras características também são levadas em consideração, como treinabilidade, longevidade, agressividade para com seu dono, em relação a estranhos e a outros cães.

O fato é que, nos dias de hoje, a popularidade de cada raça é fator determinante no que diz respeito a sua sobrevivência, e influencia diretamente em sua reprodução. E não é apenas o risco de extinção o único perigo que ameaça estes adoráveis cãezinhos. A reprodução em massa devido a popularidade acaba afetando a saúde deles também. Raças hoje tão populares como o Pug, o Buldogue inglês e o Buldogue francês, por exemplo são umas fofuras, mas possuem sérios problemas respiratórios genéticos. Já, os Dálmatas que também já tiveram o seu auge de popularidade podem apresentar sérios problemas de audição, o que os torna muito teimosos e às vezes até agressivos.

Infelizmente, as raças de cães que estão hoje em evidência são todas produto de modismos e consumismo em excesso que com muita sorte sobreviveram até os dias de hoje. Enquanto novas raças ainda estão sendo desenvolvidas e outros cruzamentos bizarros vão sendo feitos para atender esta demanda cada vez mais desenfreada, outras raças vão desaparecendo lentamente – e ninguém se dá conta disso até que nada se possa fazer.

Para saber mais sobre o assunto, acesse os links externos abaixo:

Priceonomics
Pawnation
Mundo Estranho
PLoS One

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