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Morcegos, seus mistérios e suas verdades

morcegos

A gente poderia começar este artigo falando das diversas lendas sobre morcegos que existem no mundo inteiro. Porém, isso seria, digamos, piegas demais. Por outro lado, há lendas muito interessantes e talvez a gente não resista e acabe mencionando. Mas a gente vai tentar evitar.

E tentar evitar piadinhas infames do tipo “sabe o que o Dráculla foi fazer no banco de sangue?” A gente não vai cair nessa mesmice.

Bem, morcegos são mamíferos. São o único mamífero que realmente voa e não apenas se joga ou plana, como alguns outros por aí. O romancista irlandês Bram Stocker, o criador de Drácula, que o diga. Há mais de 1200  variedades de morcegos espalhadas por todos os cantos do Planeta – exceto no frio ou calor extremos. Vamos ver algumas aqui.

Concorde: morcegos são estranhos

Os morcegos são animais mamíferos que voam.
Os morcegos são animais mamíferos que voam.

Todas as questões científicas, todo o conhecimento técnico já registrado sobre morcegos não diminui a percepção: morcegos são estranhos por demais, sô! Somente por voar, sendo mamíferos, já demonstram isso. Aliás, têm uma estratégia para conseguir essa proeza: comem rapidamente, metabolizam o alimento ainda mais rápido e o excretam logo. Assim, mantêm o peso ideal.

Um estranho de cabeça para baixo

A mecânica das patas é provida de músculos tensores que se enrijecem quando contraídos, depois de fincar as garras em algum local. Assim, eles podem dormir tranquilamente de cabeça para baixo. Aliás, essa posição não é questão de querer, é necessidade estratégica orgânica exigida pelo sistema circulatório desses animais. Mas nem todas as espécies ficam nessa posição. Há seis espécies que são, digamos, “normais”.

Os morcegos na Biologia

Não se sabe muito sobre a ancestralidade dos morcegos devido a sua fragilidade óssea.
Não se sabe muito sobre a ancestralidade dos morcegos devido a sua fragilidade óssea.

A ciência sabe pouco sobre os ancestrais dos morcegos por conta da dificuldade de se encontrar registros paleontológicos. A estrutura óssea delicada desses animais fossilizam minimamente, desfazendo-se ao longo séculos.

Todas as espécies de morcegos têm dedos alongados e todas voam. Todos os indivíduos de todas as espécies juntos comporiam 25% de todos os mamíferos existentes. É muito morcego espalhado por aí.

Dois fatores biológicos interessantes

De todas as características dos morcegos, duas delas são altamente intrigantes, interessantes: a primeira é interessante para a ciência; a segunda, para os leigos. Veja,

Morcegos se localizam por sons

E essa capacidade é chamada pela ciência de ecolocalização. Funciona assim: eles fazem ecoar um som sibilar (não audível pela maioria dos animais, incluindo o homem); este bate nos objetos; ressoa; a vibração sonora retorna para os morcegos; seu cérebro faz o resto do serviço.

Com isso, eles conseguem identificar o tipo de objeto – vivo ou inativo -, calcular a distância, avaliar o tamanho etc. Se a fonte do ressoar for ser vivo, os morcegos determinam até mesmo a velocidade de movimento dele.

Especialistas garantem que essa capacidade avalia até mesmo a textura dos objetos. Assim, os morcegos podem verificar a força de eventual impacto.

E pasmemos nós: toda essa operação é feita em frações de segundo na estrutura cerebral dos morcegos. E isso pode induzir os leigos a pensarem que são cegos. Aliás, boa parte das pessoas imagina que sejam. Entretanto, as espécies maiores têm excelente visão juntamente com sistema de ecolocalização.

Pesquisadores, inclusive, dizem que essa excelente capacidade de enxergar mais atrapalha que propriamente ajuda. Isso porque eles se confundem com os dois sistemas (visão e a ecolocalização). Ao perceberem foco de luz atrás de vidros, por exemplo, voam para ele mesmo que a ecolocalização informe que vão se chocar.

Morcegos de alimentam de sangue

Fique tranquilo, pois nem todos. Mais de 80% se alimentam de insetos e frutas. Assim, ao contrário do que o imaginário popular declara, morcegos são úteis à humanidade, pois auxiliam no controle de insetos e outras pragas.

Entretanto, nem só de insetos vivem eles – nem também somente de sangue. Há espécies que adoram frutas em geral, há outras que são carnívoras. Mas há eles também, os chamados hematófagos. Caso você não saiba, o prefixo “hema” está associado a “sangue” e “fagos” à “ingestão, alimento”.

Ou seja, hematófagos são morcegos que se alimentam de sangue. Porém, não se preocupe: não gostam de sangue humano. E também não sugam o sangue, que é o que se imagina e o que Hollywood mostra. Em verdade, eles fazem cortes em forma de “V” com os dentinhos. Ao mesmo tempo, aplicam substância anticoagulante que existe em sua saliva (veja mais ao fim deste artigo).

Dissemos que morcegos ajudam a humanidade. Apenas um indivíduo das espécies que gostam mais de insetos pode devorar mais de 1000 bichinhos. E isso em apenas uma hora de banquete. O caruncho de feijão e as mariposas, verdadeiras pragas agriculturais, são alguns dos alimentos dos morcegos.

Em tempo: economistas estimam que morcegos evitam que bilhões de dólares anuais sejam gastos com inseticidas nas lavouras do mundo inteiro.

Ou seja: no meio disso, vão insetos que causam doenças graves ou simples irritação a humanos. Ainda, devoram também insetos que carregam bactérias e vírus perigosos.

Reprodução, habitat e convívio

Os morcegos são animais noturnos que se alimentam de frutas e sangue.
Os morcegos são animais noturnos que se alimentam de frutas e sangue.

Vamos lá! Você vai se surpreender com isso. Morcegos têm comportamento não encontrado em qualquer outra espécie de mamíferos. Aliás, em qualquer outra espécie de ser vivo, exceto os humanos, como você vai perceber. Em época de acasalamento, machos e fêmeas das espécies que hibernam “marcam encontro” durante esse período para acasalamento.

Centenas ou milhares deles revoam entre si em perseguição mútua. Tudo parece mesmo um show de voos performáticos. (Aliás, os voos são tão complexos que incentivaram o projeto BatBot, robôs voadores que imitam os movimentos dos morcegos). Estudos indicam que as fêmeas identificam o macho mais rápido e o definem como parceiro. Então, eles se apartam e seguem para local isolado, onde acasalam.

Interessante: fêmeas da espécie nariz-curto desenvolveram técnica especial para manter a atividade do parceiro e melhorar a qualidade e quantidade de esperma: felação.

Elas aguardam  o momento certo

As fêmeas conseguem manter o sêmen do macho no sistema reprodutor para se fecundar quando for período oportuno. Ou, então, ela permite fertilização ovular, mas a eclosão intrauterina é feita somente em determinadas condições que ela juga convenientes.

Mais surpresas? A fêmea pode manter o embrião em estado de dormência por período suficiente para que identifique o momento certo de nascer.

A fêmea gesta seus filhotes por mais ou menos 40 dias em espécies menores; já as muito grandes gestam por até 6 meses. Isso significa que morcegos são os mamíferos com gestação mais longa proporcionalmente a seu tamanho.

Normalmente, dão à luz apenas um filhote. Mas pense num absurdo: imagine uma gestante humana dando à luz um bebê de uns 20kg. É o que ocorre no caso dos morcegos: o filhote recém-nascido tem um quarto do peso da mãe. Imaginou?

Adaptam-se bem a ambientes

Eles se dão muito bem em qualquer buraquinho. Assim, buscam orifícios em árvores em parques ou florestas, fendas em paredes de residências, cavernas distantes, proximidade de lagos e pântanos, área urbana ou rural.

Boa parte das espécies prefere se virar sozinha, sem companhia nem mesmo de semelhantes. Porém, há outras que convivem em número absurdamente alto, por volta de milhões de indivíduos. Você constata isso em filmes em que alguém entra em uma cavernas qualquer e se assusta com intensa revoada de morcegos.

E isso também é interessante: fêmeas prenhes costumam se reunir em determinada caverna ou local quando o momento do parto está próximo. Nessas ocasiões, sessões de ajuda mútua não são raras. O local fica parecendo com uma espécie de maternidade de morcegas, com milhares de fêmeas e seus filhotes.

Ainda bem, pois o macho simplesmente desaparece depois de fecundar a fêmea. Ele não auxilia em nada na preservação da espécie, exceto, claro, quanto à fecundação.

As Espécies; algumas em extinção

Há espécies que têm milhões e milhões de indivíduos pelo mundo. Porém, algumas delas estão perigosamente em diminuição de população. Até pouco tempo, a espécie morcego marrom era uma das mais populosas. Porém, está em declínio por diversos motivos, alguns deles por conta de ação humana.

Além disso, a síndrome do nariz branco (veja mais no capítulo respectivo) acabou atingindo a maioria das espécies que hibernam, como a do morcego orelhudo da Virgínia.

A ciência agrupa os morcegos em duas subordens: os grandes, comedores de vegetais que vivem mais na Europa e Ásia, chamados Megachiroptera, que podem chegar a até 1,8m de uma ponta à outra das asas; os pequenos, que são encontrados no restante do mundo, chamados Microchiroptera, que não passam de 15cm de envergadura.

Aliás, essa divisão em subordens é até meio confusa, como você vai perceber. Há algumas consideradas pequenas que são maiores que as menores consideradas grandes. Sim, é confuso.

Dos milhares de espécies, veja algumas

Os Megachiropteras comem sem problemas de peixes a frutas. O nome popular é raposa-voadora justamente em função do tamanho das espécies que compõem essa ordem.

Aliás, de todas as espécies dessa subordem, três criaram hábitos alimentares à base de sangue: Desmodus rotundus, Diphylla ecaudata e Diaemus youngii.

Grandes ou pequenos, morcegos de todos os tipos

  • Morcego Orelhudo da Virgínia: o nome da espécie faz jus completo à aparência. A orelha é realmente grande, quase 4 vezes maior que a cabeça. Sua asa é amarronzada. Possui pontaria certeira e muito raramente erra o bote contra insetos. Aliás, o rapazinho come que só ele! Desesperadamente e em especial em tempo quente. É capaz de consumir quase a metade de seu próprio peso em insetos a cada noite. Já nos dias frios, hiberna
  • Morcego-banana: vive somente no México – pelo menos, não há registro da espécie em outro lugar do mundo. Proporcionalmente, seu focinho é o maior entre as espécies. É herbívoro, adora suco das frutas e gosta em especial de bananas, razão de seu nome
  • Morcego-de-língua-comprida: tem por volta de 15cm e pouco mais de 10g de peso
  • Morcego espectral: é também conhecido como falso vampiro por conta do tamanho. Apesar de ser classificado na subordem pequeno, pode ter quase 1m de ponta a ponta das asas e pesar uns 200gr
  • Morcego-abelha: é a menor de todas as espécies. Tem por volta de 1,5cm de comprimento no corpo, 3cm de envergadura e 2gr de peso
  • Morcego-frade de Bulmer: há algum tempo, tornou-se a espécie mais ameaçada, estando em situação crítica. Prefere regiões altas, por volta de 2 mil metros acima do nível do mar. Imaginava-se que a espécie já tinha sido extinta havia séculos quando alguns espécimes foram descobertos
  • Morcego-fantasma: Gosta de vespas e insetos diversos. Tem também hábitos noturnos, mas, durante o dia, permanece sob folhas de árvores. Pode despertar facilmente se perceber um alimento fácil nas proximidades

Nariz branco

Trata-se de síndrome que afetou milhares de morcegos há alguns anos, em especial nos EUA. Foi detectada em 2006 pela primeira vez e, nos anos seguintes, continuou a matar elementos acometidos.

Um fungo – é possível que seja o tipo Geomyces destructans – se alastra no nariz dos morcegos. Como esse fungo sobrevive apenas em temperaturas baixas, ataca as espécies que hibernam no inverno.

Pesquisadores descobriram que o fungo em si não é nocivo. Entretanto, incomoda tanto os morcegos que altera seu comportamento habitual. Assim, eles acabam interrompendo a hibernação para se livrar da colônia de fungos. As atividades de limpeza consomem as energias que foram armazenadas para o período de hibernação. Sem reserva de gordura energética, morrem.

Morcegos vivem muito

A contar por seu tamanho, vivem muito mesmo. São mamíferos cuja estrutura orgânica pode chegar a 40 anos de vida. Pesquisadores indicam que o fato de serem perfeitamente adaptáveis a diversos tipos de ambientes auxilia na longevidade.

Morcegos e sua rotina

Os morcegos são importante para a agricultura, pois se alimenta de pragas.
Os morcegos são importante para a agricultura, pois se alimenta de pragas.

Obviamente e como é de conhecimento geral, os hábitos são noturnos. Passam praticamente o dia inteiro dormindo ou sob proteção de predadores. Quando ativos, podem percorrer até 50 quilômetros em busca de alimento. Ou de fêmeas, quando em período de cio.

Não gostam muito de frio. Em período de inverno, algumas espécies simplesmente fogem para regiões mais quentes e outras entram em hibernação mesmo.

Interessante: e há algumas espécies que simplesmente diminuem muito o biorritmo até o ponto de se entorpecerem. É uma forma de hipotermia regulada, quase catalepsia, que pode durar dias ou meses. Durante esse período, o metabolismo, a respiração e a frequência cardíaca baixam a níveis incríveis.

Proteger morcegos: por que, para que, como

Você viu acima que morcegos colaboram e muito com a agricultura. Os bilhões de dólares economizados com produtos químicos contra pragas são prova disso, pois eles se alimentam delas. Já vivendo em região urbana, colaboram também. Não à toa, onde haja morcego, as casas não são invadidas por insetos no verão.

Apenas isso já responde à segunda questão do título deste capítulo.

Por que proteger

Os morcegos são os únicos mamíferos voadores.
Os morcegos são os únicos mamíferos voadores.

Quanto à primeira questão, é porque morcegos são os únicos mamíferos voadores. Se forem definitivamente extintos, a humanidade vai perder a referência de animal peculiar. Tanto que, já há alguns anos, biólogos estão quebrando a cabeça para descobrir maneira de primeiro compreender e depois proteger efetivamente os animais.

Assim, pesquisadores estudam o comportamento e o fluxo de movimentação dos morcegos. Dessa maneira, procuram identificar a origem das colônias de fungos para exterminá-los na base.

Além disso, veja você: até mesmo a indústria da pólvora se beneficia de morcegos. As fezes desses bichinhos contêm nitrato de potássio, que é uma das matérias-primas de explosivos em geral. Isso significa que esses mamíferos do ar foram altamente importantes para a indústria bélica durante décadas.

E mais ainda: os excrementos deles podem ser usados na manutenção de fósseis e também como fertilizantes. Quer mais? Eles também polinizam muitas plantas, semelhante à postura das abelhas. São mais de 500 espécies de plantas que se espalham pelo mundo em virtude da ação de morcegos frutífagos. As sementes ingeridas acabam sendo transportadas no organismo do animal e expelidas a partir de fezes ou regurgitação.

Bem, a gente acha que isso já é suficiente para que todos se convençam de que esses carinhas são importantes. Mas ainda há mais motivos. A saliva dos morcegos hematófagos contém produto anticoagulante chamado draculin. É assim que ele consegue bebe o sangue que sai do corte que faz na carne dos animais. Não coagulado, é facilmente ingerido.

Esse anticoagulante é objeto de estudo de pesquisa científica. É grande a chance de ser usado em pacientes com problemas cardiovasculares ou mesmo vítimas de AVC.

Como proteger

Há diversas maneiras. Você pode ser difusor de ideias contrárias às muitas lendas negativas divulgadas por leigos. Tais lendas incentivam matança desordenada de morcegos. Assim, discutir sobre a importância dos morcegos com amigos e nas redes sociais é atitude altamente aconselhável. Pode também colaborar presencial ou financeiramente com associações de proteção animal.

Tomando-se, claro, os devidos cuidados (veja mais no capítulo abaixo), você pode criar ambiente favorável a algumas espécies, como deixar que ocupem árvores em quintais. É possível também construir local adequado para presença de morcegos próximo a sua casa. São as chamadas batbox, estruturas parecidas com casinhas para pássaros.

Mas podem ser problemas

Os morcegos podem hospedar vírus e doenças perigosas.
Os morcegos podem hospedar vírus e doenças perigosas.

Apesar de intrigantes, surpreendentes, colaboradores importantes, inteligentes, simpáticos, oferecem algum risco à saúde humana. Pesquisas não totalmente conclusivas identificaram que o organismo dos morcegos é altamente propenso a hospedar mais de 60 tipos de vírus nocivos a humanos e a animais domésticos. É o maior hospedeiro de doenças conhecido.

As pesquisas são inclusivas porque notaram tais características, mas ainda não descobriram a mecânica em si, os motivos para isso. Dessa maneira, não é possível determinar porque morcegos são organismos favoráveis à proliferação de micro-organismos.

Morcegos brasileiros

Contam-se 178 espécies de morcegos no Brasil, fora Bento Carneiro, o Vampiro Brasileiro – esse não conta. Dessas, apenas 3 são comprovadamente hematófagas, ou seja, bebem sangue animal.

De alguma maneira, talvez por invasões constantes em seus territórios naturais, os centros urbanos têm se tornado regiões agradáveis a morcegos no Brasil. Das espécies encontradas por aqui, quase metade tem migrado para áreas mais populosas por humanos. Procuram parques, reversas florestais, árvores isoladas em quintais, conforme estudo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) publicado em 2016.

Artibeus lituratus, morcego frutífago que apresenta listras brancas na cabeça, é o mais comum da região Sul à Sudeste. É o tipo que gosta de ficar só, no máximo em microcomunidades, em árvores e cavidade ar-condicionado., além de em telhados.

Apesar de serem excelentes meio de combate a insetos, o fato de viverem em regiões urbanas tem preocupado biólogos. O dia a dia de grandes centros oferece muitos riscos à saúde do animal. Diversos indivíduos foram encontrados com problemas digestivos por consumo de lixo e também com alopecia, que falta de pelos causada por estresse.

Além disso, ainda há a questão dos mitos que envolvem morcegos em geral. Assim, populares acabam se assustando e matando indivíduos como forma de proteção, apesar de ilusória.

Então é isso. Você captou uma infinidade de informações importantes neste artigo. A maioria delas é surpreendente e destrói a mistérios e mitos que mancham a imagem desses animais e a relação deles com humanos. Agora, convém que você faça uso das informações como forma de proteger esses bichinhos que, no fundo, são encantadores. E producentes para a humanidade.

Portanto, deixe na área de comentários as suas impressões sobre nossos amigos morcegos.

Em tempo: o Drácula foi fazer um depósito no banco de sangue. Ok?

Serg Smigg

Written by Serg Smigg

Serg Smigg é jornalista, redator, revisor e analista textual, além de roteirista e escritor. Extremo defensor das causas animais, cria seus textos apresentando conceitos claros sobre a importância desses para a humanidade e caminhos para sejam cada vez mais respeitados.
A paralelo, ministra palestras inspiracionais corporativas na área de comunicação interna, externa e interpessoal social. Oferece dicas de gramática e expressividade em seu site smiggcomcorp.wordpress.com.

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