Leão da Rodésia

O cão moicano de "crista" nas costas
(Créditos/Copyright: "Anke van Wyk/Shutterstock")
Leão da Rodésia
4.75 out of 5 based on 4 customer ratings
(4 avaliações de clientes)

Origem: Zimbábue, África.
Data de origem: 4.000 a.C
Grupo de Raças: FCI Grupo 06 – Cães Sabujos Farejadores e Raças semelhantes / AKC Grupo de Cães Hound.
Função original: cães de caça rastreadores/farejadores.
Função atual: cão de caça e companhia.
Apelidos: Ridgie, Cão Leão, Ridgeback, Leão Africano Hound
Tamanho: porte grande
Altura: Macho de 63cm a 69cm / Fêmea de 61cm a 66cm
Peso: Macho de 36kg a 41kg / Fêmea de 29kg a 34kg
Cores: cor trigo ou dourado claro à tons avermelhados.
Pelos: curtos
Manutenção: extremamente fácil
Expectativa de vida: cerca de 10 a 12 anos
Filhotes: de x a x filhotes de Leão da Rodésia por cria, sendo x um padrão comum.
Reconhecimento (Canil): CKC, FCI, AKC, KCGB, CKC, RRCUS, APRI, ACR, DRA, NAPR, ACA

Introdução à raça Leão da Rodésia

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Leões da Rodésia adultos espalhados juntos pelo parque (Créditos/Copyright: “Frantisek Czanner/Shutterstock”)

O Rhodesian Ridgeback, também chamado de Leão da Rodésia, é uma raça canina oriunda do Zimbábue e leva este nome em parte por causa do local onde foi originado, mas também devido ao seu pelo eriçado, uma crista lembrando um penteado moicano, que corre pela sua espinha. A raça foi criada pelo povo nômade africano Hottentots através de cruzamentos seletivos entre cães vindos da Europa para caça e para ser guardião. Um de seus ancestrais era semi-selvagem, usado para a guarda; fisicamente era de tamanho médio e com uma inversão de pelo no dorso. Fisicamente, esta é a sua maior característica, a sua crista, que veio da parte africana dos cruzamentos, ao passo que a européia contribuiu para o tamanho, o faro, a mordida, a velocidade e as cores atuais.

Acredita-se que esta raça tenha vivido no Egito Antigo, há 4.000 a.C, já que cães com “cristas” foram retratados em murais egípcios.

Versátil, pode ser usado como caçador de presas grandes e pequenas, como farejador policial, como um cão guia e como animal de tração. Além disso, possui um forte instinto protetor, podendo ser um verdadeiro leal guardião, mesmo que lata raramente. Ele é capaz de se colocar na frente da sua família antes de latir, rosnar ou atacar. Possui olhos expressivos que revelam o seu espírito sensível e inteligente.

Por ter um temperamento considerado dócil e fácil apesar do tamanho, destaca-se em treinamentos de obediência, apesar da sua teimosia nata. É excelente com crianças, mas um tanto espalhafatoso com as pequeninas por causa do seu tamanho. É bastante inteligente, independente, e poderoso; muitas vezes dominador. É reservado com estranhos e pode ser agressivo com outros cães e outros animais, mas tende a se dar bem com aqueles que vive junto.

Os Ridgebacks amam correr, sair para caminhar e brincar, e apesar de ser um rápido corredor, não precisa de muito exercício físico, pois tem um nível moderado de energia e é de fácil manutenção. Uma corrida no quintal ou caminhadas diárias na coleira com algumas visitas ocasionais ao parque ou praia é o suficiente. Quando estiver adulto, se você se esforçar em treiná-lo para atender quando chamado, poderá lhe dar mais liberdade.

Os hounds são conhecidos por não serem confiáveis sem coleira, e embora os Ridgebacks sejam um tanto melhores em comparação com os outros, não seria aconselhável à não ser que ele tenha sido treinado de forma adequada. Os Ridgies também adoram comer! E não há comida suficiente no mundo que os convença de estarem satisfeitos, e se deixar são capazes de comer até ficarem doentes. Por isso, é necessário dar uma atenção especial à sua dieta, aliada à muito exercício físico para evitar que ele tenha problemas com obesidade.

Origem da raça Leão da Rodésia

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Filhotes de Leão da Rodésia brincam juntos no gramado
(Créditos/Copyright: “Anke van Wyk/Shutterstock”)

O Leão da Rodésia originou-se no Zimbabue e foi muito usado como cão de caça, recuperador de presas, cuidou de crianças e guardou propriedades. Seu nome vem da sua característica principal: uma crista nas costas formada por pelos em direção contrária do resto da sua pelagem, quase como um penteado moicano.

Descendência Africana

O Leão da Rodésia descende de cruzamentos entre outros cães “Ridgebacked” importados por colonos de Boer nos séculos XVI e XVII, que originalmente eram criados por tribos da África do Sul, juntamente com outras raças como o Khoikhoidog, Mastife, Deerhound, Great Dane, Bloodhound, Pointer, Staghound e Greyhound, entre outras. Cruzando os seus cães europeus com outros cães de caça de tribos nativas acabaram produzindo esta raça com a característica notável ao longo da sua espinha dorsal.

Estes cães costumavam caçar tanto pela visão quanto pelo faro, e ainda eram protetores devotados de toda a família. Em meados de 1870, vários cães foram levados para a Rodésia para caçar leões, perseguindo o animal até que o caçador pudesse atirar. Os “cães leões” obtiveram tanto sucesso que logo se tornaram populares. Caçadores descobriram que, se usados em bando, eram excelentes caçadores para serem acompanhados à cavalo.

Os cães resistiam bem tanto ao calor Africano do dia como as noites frias, a água limitada e o mato áspero, comuns na savana africana, enquanto desempenhavam a tarefa de caça e de cão de guarda. Por volta de 1920, existiam tantos tipos diferentes de Ridgebacks na Rodésia, que uma reunião foi feita para decidir quais as características mais relevantes da raça poderiam servir de base para o padrão atual. O padrão da raça foi fixado na Rodésia, em meados de 1922, e todos aqueles que se enquadraram nos critérios foram chamados de Rhodesian Ridgeback ou Leão da Rodésia.

Da África ao resto mundo

A raça foi introduzida à Inglaterra em 1930 e nos Estados Unidos logo após. Em ambos os países, ganhou reconhecimento em meados dos anos 1950 e rapidamente atraiu muitos admiradores. Em 1980, a raça recebeu o seu reconhecimento como “sighthound” e se tornou elegível para competir em competições de raça. Hoje está entre as raças mais populares de hounds, por combinar habilidades de caçador, protetor e de companhia em seu porte imponente.

Aparência do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia adulto deitado na grama com sua crina característica à mostra (Créditos/Copyright: “Tatiana Katsai/Shutterstock”)

O Leão da Rodésia é um cão de estrutura bem equilibrada com uma aparência que denota força, agilidade e atletismo. É um cão de porte grande e musculoso, levemente mais longo que alto. O Leão da Rodésia ainda consegue combinar velocidade, poder e resistência. Os cães adultos desta raça são bonitos, aprumados e dignos. Possuem um pescoço forte e um peitoral moderadamente largo bastante profundo. Suas costelas são bem arqueadas e suas costas são firmes e fortes. Seus membros são musculosos e levemente arcados, e o rabo é forte na base afinando em direção à ponta.

Seus ombros são inclinados e os cotovelos junto ao corpo, as patas da frente são retas e ossudas, e as patas compactas com dedos bastante arcados. Possuem uma cabeça longa com um crânio plano que alarga junto às orelhas. A sua parada é pronunciada e o focinho longo, poderoso e profundo, podendo ser preto, marrom ou vermelho escuro, dependendo da cor da sua pelagem. A raça ainda pode vir com uma língua escura, às vezes. Os olhos são brilhantes, redondos e variam em cor, geralmente marrom, dependendo da cor do cão. Suas orelhas são de tamanho médio, penduradas do alto da cabeça, caindo sobre as bochechas, mais largas na base e afinando na ponta em formato arredondado.

A mandíbula é forte, bem desenvolvida com os dentes se fechando em mordida de tesoura. Porém, a sua característica mais notável é a sua crista nas costas formada por pelos que correm na direção oposta do resto. A sua pelagem é curta, lisa, densa, brilhante e tende à não ter cheiro. As cores podem ser trigo e tons avermelhados com um pouco de branco no peito e nas patas. Leões da Rodésia que vivem dentro de casa trocam de pelos ao ano e em menor quantidade, enquanto aqueles que vivem fora de casa tendem à ser mais sazonais.

Ambiente Ideal para o Leão da Rodésia

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Família de Leões da Rodésia, adultos e filhotes juntos no parque (Créditos/Copyright: “Sheeva1/Shutterstock”)

Os Leões da Rodésia podem viver bem em um apartamento ou residência pequena desde que possam se exercitar de forma suficiente. Eles podem ser relativamente calmos dentro de casa, mas preferem um bom jardim para brincar. Estes cães possuem uma enorme quantidade de energia, por isso apreciam qualquer oportunidade para se exercitar. Leões da Rodésia amam sua família humana e não gostam de ficar sozinhos no quintal ou canil, o ideal seria ter acesso à uma jardim seguro e cercado.

Eles costumam tentar escapar se entediados, por isso, além de se certificar de que a sua cerca ou muro não pode ser pulada, escalada ou cavada, mantenha o seu Rodésia ocupado com treinamentos, brincadeiras ou esportes caninos diariamente. Ele pode viver do lado de fora em climas temperados ou quentes, mas seria mais feliz se pudesse dormir dentro de casa, dividindo o seu tempo entre a casa e o jardim durante o dia.

Temperamento & Personalidade do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia jovem deitado na grama (Créditos/Copyright: “nancy dressel/Shutterstock”)

O temperamento de qualquer cão é afetado por inúmeros fatores, incluindo hereditariedade, treinamento, e socialização. Os filhotes que possuem bons temperamentos costumam ser curiosos e brincalhões, costumam se aproximar das pessoas e gostam de ser carregados por elas. Como todo cão, o Rodésia precisa de socialização desde filhote — o exponha à diferentes pessoas, locais, sons, cenas e experiências. A socialização ajuda a garantir que o seu Leão da Rodésia cresça saudável para tornar-se um cão sociável.

Excelente caçador, o Leão da Rodésia pode ser feroz nas caçadas, mas em casa é calmo, gentil e obediente. É um bom cachorro, pois possui uma boa natureza. São inteligentes, corajosos, vigilantes, habilidosos e diretos, muito leais à sua família e ao seu dono. Eles possuem uma enorme quantidade de energia, pois foram feitos para resistir às piores condições climáticas, sem se cansarem.

Por esta razão, sem os exercícios e estímulos físicos e mentais necessários, podem se tornar tensos e incontroláveis. A raça precisa de um líder firme, confiante e consistente que possa dar ordens e regras ao para o cão seguir e limites para aquilo que pode ou não fazer dentro e fora de casa.

Donos passivos demais, ou que costumam tratar seus cães como gente ao invés de animais, terão problemas em controlar a raça, e até levando-os a ficar mais agressivos com outros cães. Esse é o tipo de comportamento conhecido por Síndrome do Cachorro Pequeno, uma condição muito comum em cães de porte menores, mas que sem a liderança ou tratamento adequados, acaba levando cachorros mesmo de porte grande, a ter os mesmos sintomas e a mesma série de comportamentos inadequados.

Eles também costumam ser muito bons cães de vigia, mas não cães de guarda. São muito protetores, mas não ferozes o suficiente para atacar. Contudo, o Leão da Rodésia possui um grande instinto caçador, o que significa que pequenos animais peludos ou gatos estranhos não serão bem vindos ao seu quintal. É melhor introduzi-lo a estes animais quando filhotes e socializá-los desde cedo para que não ocorram acidentes.

Ele pode ser reservado com estranhos, mas gentil e afetuoso com os membros da sua família. Com a socialização adequada, ele é capaz de fazer boas decisões e de vez em quando ainda protegê-lo de algum perigo.

O Leão da Rodésia perfeito não nasce perfeito, ele é produto da sua hereditariedade e criação. Seja lá o que for que você deseja dele, procure por um que tenha tido pais com boa personalidade e que tenham sido socializados desde filhotes. Qualquer cão pode desenvolver níveis desagradáveis de latidos, cavações e outros comportamentos inadequados se estiver entediado, destreinado ou não supervisionado. Compre um filhote que tenha sido criado em casa e tenha certeza de que ele foi exposto a diferentes locais e sons, assim como pessoas antes de ir para outro lar.

Continue socializando-o sempre levando a casa de amigos e vizinhos, assim como a passeios públicos. Antes de comprar um filhote, pesquise sobre a raça, considere todos os fatores antes de ter um cão, e procure saber como escolher o filhote ideal. Não deixe de conversar com o seu criador, descreva exatamente o que você procura em um cachorrinho, e peça ajuda para escolher um filhote. Os criadores costumam conviver com filhotes todos os dias e podem dar excelentes recomendações uma vez que saibam um pouco sobre o seu estilo de vida e personalidade.

Cuidados & Manutenção do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia adulto deitado no gramado (Créditos/Copyright: “Tatiana Katsai/Shutterstock”)

Comece a acostumar o seu Leão da Rodésia à ser escovado e examinado desde filhote. Mecha em suas patas com frequência — os cães costumam ser sensíveis com relação às suas patas — e olhe dentro de sua boca e orelhas. Torne essa manutenção uma experiência positiva cheia de elogios e recompensas, e assim você irá construir a base para exames veterinários e idas ao pethop mais fáceis de se lidar. Ao checá-lo, procure por machucados, arranhões, feridas ou sinais de infecção como vermelhidão, inchaço, ou inflamação na pele, nas orelhas, nariz, boca, olhos e patas. Este rápido exame pode levar a diagnósticos mais cedo e evitar maiores problemas de saúde.

Escove os seus dentes 2 ou 3 vezes na semana para remover tártaro e bactéria que proliferam dentro da boca – diariamente é ainda melhor para prevenir gengivite e mau hálito. Corte suas unhas uma ou duas vezes ao mês se não forem gastas naturalmente. O Leão da Rodésia é um cão fácil de cuidar. Ele costuma trocar os pelos, apesar de caírem pouco e os cuidados são mínimos. Uma rápida escovada na semana e um banho ocasional, é só o que ele precisa. Mantenha as suas orelhas limpas e secas, e procure o veterinário caso esteja coçando, vermelha ou com resíduos, ou se o cão está constantemente esfregando as patas nelas ou chacoalhando a cabeça com frequência.

Atividade & Exercícios do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia deitado nas pedrinhas da praia (Créditos/Copyright: “Tatiana Katsai/Shutterstock”)

Leve o seu Leão da Rodésia para caminhar por 15 a 20 minutos ou ofereça oportunidades para brincar diariamente e correr livremente em área segura e cercada por algumas vezes na semana. Por causa do seu forte instinto caçador, mantenha-o na coleira em locais abertos. Ele irá correr atrás de gatos, coelhos, ciclistas, não importa o quanto ele seja treinado. Muito ativo, brincalhão e energético, o Leão da Rodésia pode ser um excelente companheiro para correr e te acompanhar ao lado da bicicleta. Possuem grande quantidade de energia e adoram longas caminhadas ou corridas livres no parque ou na praia.

Se não obtiverem a quantidade de exercícios diários suficientes podem se tornar entediados, e ficar destrutivos, além de desenvolver vários outros problemas comportamentais. Além disso, deixá-lo sozinho no jardim, por horas, sem supervisão ou companhia, mesmo não estando entediado, pode ser perigoso. O Leão da Rodésia é muito inclinado a cavar enormes buracos para descansar na terra fria e confortável. Esteja preparado para dar-lhe parte do seu jardim ou aceitar o fato de ter uma cratera bem no meio dele. O importante é dar os estímulos certos e mais adequados à raça do seu cachorro.

Para entender melhor o que pode ou não pode ser feito em termos de exercícios e estímulos, é preciso saber como estimular a mente do seu cão, e ter sempre em mente quais são os cuidados básicos que devem ser tomados na hora de exercitar o seu cachorro. Existem diversos motivos para exercitar e estimular o seu cão, mas o mais importante deve ser a saúde física e mental dele, sem falar que um cachorro saudável pode viver por muito mais tempo.

Saúde do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia brincando de roer algo (Créditos/Copyright: “Anke van Wyk/Shutterstock”)

Na maioria das vezes, os Leões da Rodésia são todos saudáveis, mas como toda raça canina, alguns são mais suscetíveis à certas condições de saúde. Algumas doenças são mais comuns em algumas raças que em outras e nem todos os cachorros terão uma ou todas estas doenças, mas é importante saber sobre elas ao considerar esta raça. Leões da Rodésia são uma raça forte, altamente adaptável, que costumam aguentar mudanças drásticas de temperatura.

Mesmo assim, são suscetíveis à displasia de quadril e cotovelos; hipotiroidismo, uma condição em que a glândula da tiroide não produz hormônio suficiente; tumores e alguns tipos de câncer. Outros problemas em potencial incluem cataratas, atrofia progressiva da retina, entrópio e Dermóide, uma condição de pele fatal muito associada à raça. Uma abertura como se fosse um túnel entre a sua pele e a sua coluna – um defeito que pode causar sinais neurológicos, que podem ocorrer em qualquer idade.

Leões da Rodésia também costumam inchar muito mais que outra raças, uma condição em que o estômago distende com gás e pode se torcer, chamada de torção gástrica, cortando o fluxo de sangue causando até a morte. O Leões da Rodésia costuma viver por cerca de 9 a 11 anos, embora alguns vivam até 15 anos, o que não quer dizer que ele não possa viver por mais tempo. Na verdade, qualquer cachorro pode estender a sua longevidade canina desde que se tomem os devidos cuidados com a sua saúde.

Treinamento do Leão da Rodésia

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Leão da Rodésia brincando no parque (Créditos/Copyright: “dezi/Shutterstock”)

O Leão da Rodésia é bastante teimoso, por isso uma proposta de treinamento consistente é muito recomendável. Contudo, Leões da Rodésia possuem uma natureza sensível por baixo da sua aparência imponente, por isso métodos muito duros não funcionam com ele. São inteligentes e aprendem muito rápido, portanto treinamentos gentis, porém firmes são mais apropriados e mais propensos ao sucesso. Inicie o treino desde filhote, enquanto ele ainda for pequeno suficiente para lidar com ele.

Socialização e obediência são essenciais desde cedo. Além de ser muito importante ensiná-lo desde filhote quem é o líder. Ele deve ter um dono firme, que saiba dar ordens de maneira adequada. O treinamento deve ser consistente e direto. Ele aprenderá melhor através de sessões de treinamento divertidas que envolvam repetição e técnicas de esforço positivo, elogios, brincadeiras e recompensas com comida. Quando o treinamento é divertido, ou seja, mistura técnicas de adestramento com diversão, o resultado é sempre muito mais positivo.

Algumas dicas de como se divertir exercitando o seu cachorro poderão ajudar você a treiná-lo brincando. É importante conhecer o seu cão e entender quais são as atividades preferidas do cachorro. Ensinar o seu filhote a sentar, deitar e ficar no lugar é vital para o seu treinamento. Há vários métodos também de treiná-lo a fazer suas necessidades em locais apropriados ou fora de casa. Considere o método da caixa se precisar adaptá-lo a um ambiente seguro e confinado por razões de segurança e conforto.

4 reviews for Leão da Rodésia

  1. 4 out of 5

    :

    O leão da rodésia é muito fofo! Ele quando pequeno parece até um filhote de labrador. Este cachorro é um pouco curioso e também teimoso. Mas eu adoro o meu cão.

  2. 5 out of 5

    :

    Raça imponente que impõe respeito. Excelente cão para aventuras e caminhadas.

  3. 5 out of 5

    :

    tenho um, mistura de Vizsla(mãe) com Leão da Rodésia(pai)

  4. 5 out of 5

    :

    Tenho um cão dessa raça, ele é um amor, é exatamente tudo o que foi citado.

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