Quem ama cuida. Por isso, toda pessoa que possui um animal de estimação é capaz de fazer tudo por eles. Não há um dono de cachorro nesse mundo que não deseja ter o seu animalzinho por perto para sempre. A longevidade de um cão varia entre as raças, algumas vivem mais que as outras, e isso depende de muitos fatores: o seu porte, a sua vivência, características genéticas, saúde, etc.

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Mistura de Shi Tzu com Poodle filhote (Crédito/Copyright: “BonNontawat/Shutterstock”)

Não há como prever com certeza quanto tempo de vida terá o seu cão. Mesmo assim, ao invés de esperar por um milagre ou fonte da juventude, existem algumas atitudes que podem contribuir para que seu cãozinho tenha uma maior longevidade vivendo por muito mais tempo ao seu lado e com muita saúde! É só seguir as dicas abaixo para garantir longa vida ao seu cão:

1) OBTENHA O MÁXIMO DE INFORMAÇÕES SOBRE ELE

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Chihuahua de pêlos longos tricolor (Crédito/Copyright: “Puttawat Santiyothin/Shutterstock”)

Antes de comprar ou adotar o seu animal, procure obter o máximo de informações sobre ele – quais as suas necessidades, os cuidados que ele precisa, sua manutenção, como tratá-lo ao longo da vida, etc. Procure aprender cada vez mais sobre ele. Só assim será possível saber o que ele realmente precisa e poder tratá-lo da maneira correta para conviver com ele em todas as fases da sua vida.

2) FORNEÇA UMA DIETA ALIMENTAR DE QUALIDADE

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Labrador amarelo comendo sua comida (Crédito/Copyright: “Jaromir Chalabala/Shutterstock”)

Uma alimentação adequada é crucial para a saúde geral do seu cãozinho. Mas não basta apenas alimentá-lo com ração, que além de ter que ser ideal para seu porte, raça e idade, deve ser uma nutrição através de seleção de alimentos frescos e adequados para os cães. Como na dieta humana, nada que seja processado e que contenha aditivos químicos supera isso, por mais balanceado e completo que seja.

É muito importante que o seu alimento fresco seja BALANCEADO, variado, úmido, com baixo processamento e com o mínimo (se não isento) de aditivos químicos. Caso não seja possível alimentá-lo com alimento fresco, seja comercializado ou preparado em casa, recomenda-se o uso da ração industrial sem subprodutos, sem transgênicos, isentos de BHA, BHT e Etoxiquina, porém com conservantes naturais como o extrato de alecrim, por exemplo. E não é só isso, deve ser de marca boa, estar dentro do prazo de validade, de qualidade, e de preferência, do tipo Premium.

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Maltês se alimentando com alimentos frescos e orgânicos (Crédito/Copyright: “Monika Wisniewska/Shutterstock”)

Considere opções que comercializam alimentos frescos, balanceados e congelados, sem uso de conservantes químicos. Evite comprar ração à granel, pois nem sempre se pode confiar na data de validade do produto, pode ter ficado exposto durante muito tempo, ficando úmido e correndo do risco de estar mofado, e causar problemas intestinais no bichinho. Nunca ofereça alimentos humanos, assim como chocolate, frituras, certas frutas e produtos à base de farinha de trigo.

A alimentação tem influência direta na energia e no bem estar do animal, na prevenção de doenças, na capacidade do corpo em se defender contra agressores da saúde, na proporção de músculos e gordura corporal, no desenvolvimento e na manutenção estrutural e metabólica de todo o corpo e na velocidade em que o corpo envelhece. Uma boa nutrição garante uma vida e uma velhice saudável.

3) OFEREÇA ÁGUA FRESCA E FILTRADA

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Labrador tomando água fresca e filtrada (Crédito/Copyright: “Jaromir Chalabala/Shutterstock”)

Como todo ser vivo, o cão também possui necessidades hídricas. Um cão de 5kg, por exemplo, precisa de aproximadamente 370mL de água, por dia, para se manter adequadamente hidratado. Se o seu cão come ração seca com menos de 10% de umidade, você precisa criar métodos que aumentem sua ingestão diária de água. A falta de água no organismo pode acarretar doenças renais, infecções urinárias e produção de cristais e cálculos nas vias urinárias. Muitos outros fatores influenciam no aparecimento de doenças do trato urinário, mas o maior deles é a baixa ingestão de líquidos.

4) CUIDADO COM A OBESIDADE

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Uma combinação de uma dieta adequada e exercícios físicos mantém a obesidade longe (Crédito/Copyright: “talitha_it/Shutterstock”)

Uma das maiores ameaças para a vida de um cão é a obesidade, pois o excesso de peso pode causar uma série de outras complicações para a saúde dele. A dieta do cão deve conter alimentos com ingredientes específicos e nutritivos, que garantem o bom funcionamento do organismo. Não se deve, em nenhuma hipótese, dar restos de comida, especialmente ricos em açúcar ou gorduras, para seu cachorro.

Uma alimentação correta associada à exercícios físicos pode proporcionar um percentual mais saudável de massa magra (músculos) e massa gorda. O excesso de peso sobrecarrega o coração e as articulações, além de diminuir a disposição e qualidade de vida do animal, expondo o animal à enfermidades graves que pode diminuir a sua expectativa de vida.

5) MANTENHA A HIGIENE ORAL

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Cachorro escovando seus dentes (Crédito/Copyright: “Littlekidmoment/Shutterstock”)

Os dentes são muito importantes para os cães, e desde pequenos aprendem a roer, morder, comunicar-se, brincar e demonstrar raiva. Por esta razão, os dentes precisam de muitos cuidados para não enfraquecerem e cairem com o passar do tempo. Se os dentes forem fracos ou desgastados, o cão não consegue se alimentar como deveria e pode adoecer por falta de nutrientes essenciais.

A escovação dentária deve ser uma prática diária para evitar o acúmulo de placas bacterianas (tártaro), que se evoluir pode levar à inflamação das gengivas (doença periodontal) e causar muito desconforto. As placas bacterianas são verdadeiras fontes diretas de bactérias para a corrente sanguínea, uma vez que a gengiva é muito vascularizada.

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Beagle limpando seus dentes com cotonete após escovação (Crédito/Copyright: “Ermolaev Alexander/Shutterstock”)

Muitos acreditam que a ração seca causa atrito suficiente para manter os dentes dos cães limpos, mas isso não é verdade. Além de uma escovação diária, é necessária uma inspeção periódica para examinar os dentes e gengivas, além de alguns cuidados básicos para a sua conservação à seguir:

  • Faça uma revisão anual, desde que seu cachorrinho não esteja dando demonstrações de algum incômodo como esfregar as patas na boca ou o focinho no chão, repetidas vezes, até se machucar;
  • Um cachorro deve roer ossos sempre que quiser. Existem brinquedos e ossos feitos de couro, disponíveis em pet shops. Há também guloseimas caninas que ajudam nessa mastigação e preservação dos dentes;
  • Verifique se a ração que seu cachorro ainda é adequada para sua idade, em relação à dureza dos grãos. Caso seja necessário, vale à pena umedecê-la para evitar lesões na gengiva do animal;
  • Durante a inspeção, procure por lesões na gengiva, tártaro e veja se houve a perda de algum dente.

6) MANTENHA AS VACINAS EM DIA

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Labrador retriever sendo vacinado pelo veterinário (Crédito/Copyright: “didesign021/Shutterstock”)

A vacinação adequada é fundamental para prevenir doenças graves, no entanto, vacinação não é isenta de riscos e por isso deve ser realizada com critério e de preferência de acordo com o estilo de vida do seu animal. Para não arriscar a saúde do seu cãozinho, siga as dicas à seguir:

  • Evite aplicar várias vacinas no mesmo dia, dê um intervalo de 2-4 semanas entre elas. O animal precisa produzir uma resposta imunológica contra várias doenças (vacinas múltiplas v8, v10), por isso é necessário poupar o sistema imunológico dele;
  • Não vacine animais doentes, desnutridos, intensamente parasitados por vermes intestinais, fêmeas prênhas e filhotes com menos de 50 dias de vida (pois ele ainda tem os anticorpos da mãe circulantes e a resposta vacinal não será efetiva);
  • A vacinação deve ser realizada apenas pelo médico veterinário, com vacinas de boa qualidade e bem conservadas. Somente o médico veterinário está apto a examinar o animal e decidir se ele capaz de produzir uma resposta imunológica eficiente.

7) NÃO ABUSE DE VERMÍFUGOS E ANTI-PULGAS

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Jack Russel Terrier usando coleira anti-pulgas (Crédito/Copyright: “alexei_tm/Shutterstock”)

Vermífugos e anti-pulgas podem proteger contra parasitas internos e externos que prejudicam muito a saúde dos cães. No entanto, são químicos muito fortes que causam danos ao fígado e aos rins (assim como qualquer remédio hepatotóxico e de eliminação renal), e por isso o seu uso em excesso e indevido pode trazer prejuízos à saúde. Se não puder evitá-los, use-os com critério.

8) NÃO DISPENSE OS EXERCÍCIOS FÍSICOS

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Cachorro se exercitando na água (Crédito/Copyright: “Javier Brosch/Shutterstock”)

A prática de exercício regular é importante para que os cães se mantenham em forma, saudáveis, ativos e dispostos. Há diversas formas de exercitar o seu cachorros, e cada raça possui suas atividades físicas preferidas. Para quem não tem tempo para sair para caminhar diariamente com o seu animal, a solução é comprar uma esteira canina ou pelo menos investir em brincadeiras que os ajudem a gastar a energia.

O cão deve ser exercitado desde filhote. Os passeios diários são muito importantes para cães de qualquer porte, pois eles precisam de distração, de gastar energia e farejar novos ambientes, além de criarem um vínculo afetivo maior entre o animal e o dono.

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Labrador retriever segurando sua guia para sair para passear (Crédito/Copyright: “Jaromir Chalabala/Shutterstock”)

Através desses passeios, o cachorro interage com o meio físico, recebe estímulos como odores diversos, sons e socializa com outros animais e pessoas. Os passeios exercitam e estimulam o cérebro e deixa-os ativos.

A falta desses estímulos podem provocar sérios problemas  de comportamentos, podem desenvolver atitudes anti-sociais, depressão e ansiedade, além de latidos excessivos e uivos constantes. Isso também pode causar o aparecimento de doenças caninas degenerativas ou auto-imunes.

9) CONSIDERE A CASTRAÇÃO OU ESTERILIZAÇÃO

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Labrador sendo sedado para fazer a cirurgia de castração (Crédito/Copyright: “Jaromir Chalabala/Shutterstock”)

A castração ou esterilização é assunto polêmico, mas a castração de machos e esterilização de fêmeas pode diminuir o risco de doenças como câncer de mama, de próstata e infecções uterinas. No entanto, muitos acreditam que a falta dos hormônios sexuais também predispõem os animais à outras enfermidades crônicas. É um assunto complicado e a decisão cabe ao dono – pesquise, estude e tome uma decisão bem informada. Além disso, a castração é fundamental para combater o número crescente de animais de rua, ou que acabam sendo abandonados de forma irresponsável.

10) NÃO COMPRE ANIMAIS DE CRIADORES IRRESPONSÁVEIS

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Ninhada de filhotes de criadores no colo de uma compradora (Crédito/Copyright: “Anna Hoychuk/Shutterstock”)

Infelizmente existe a prática de criação de cães indevida e irresponsável, que costuma originar animais frutos de cruzamentos sem o cuidado com a seleção genética, sendo que muitas vezes as fêmeas são utilizadas como verdadeiras fábricas de filhotes. Animais comprados em pet shops ou em feirinhas costumam ser frutos desta prática indevida. Ao comprar um animal, procure profissionais sérios, criadores responsáveis que cuidam bem dos seus animais e que priorizam a saúde do animal e a sua seleção genética. Considere também a adoção, existem milhares de cães de cores, idades, portes e temperamentos diferentes que precisam de um lar e um bom dono.

11) DÊ MUITO AMOR, CARINHO, ATENÇÃO E LIMITES

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Menina e seu cãozinho abraçados (Crédito/Copyright: “llaszlo/Shutterstock”)

Além dos exercícios e boa nutrição, certifique-se de que o seu cão esteja recebendo muito amor, carinho e atenção. Mas não se esqueça dos limites. Tudo isso é fundamental para que ele viva uma vida longa, saudável e feliz. Por natureza, os cães vivem em matilha, por esta razão não dispensam uma boa companhia e toda atenção que o seu dono pode dar como prova de amor e carinho. Os limites são importante para que o cão aprenda o que pode ou não pode fazer para poder aprender a conviver de maneira adequada e saudável com seus donos.

12) ADESTRE SEU CÃO

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Cachorro sendo recompensado durante treinamento (Crédito/Copyright: “Christian Mueller/Shutterstock”)

O adestramento de cães é muito mais do que apenas ensinar truquezinhos. Ter um cão adestrado pode facilitar o trato com o animal, o seu convívio com os demais, evitar acidentes como atropelamentos e vai facilitar bastante os passeios pela rua. Invista na educação dele — um cachorro comportado e saudável é a melhor companhia que você pode querer. O segredo dos adestradores é iniciar um programa de adestramento voltado à educação, com objetivos claros para o animal. Na hora de adestrar, evite premiá-lo com biscoitos inteiros, fracione-os em vários pedaços.

13) EXAMINE-O SEMPRE

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Dono examinando de perto as patas de seu cachorro (Crédito/Copyright: “Melpomene/Shutterstock”)

Examine o seu cão em casa sempre que puder. Aproveite esse tempo para ter mais contato com o seu animal. Observe o seu hábito alimentar, suas fezes e urina — isso já pode dizer muita coisa sobre sua saúde. Crie o costume de massagear o corpo dele, sinta sua pele, seus músculos, seu abdômen, pois se algum dia ele apresentar alguma característica estranha, você vai conseguir fazer um diagnóstico rápido o suficiente e poder tratar uma possível doença logo no início.

14) FAÇA VISITAS PERIÓDICAS AO VETERINÁRIO

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Pequeno Yorkshire e sua veterinária (Crédito/Copyright: “wavebreakmedia/Shutterstock”)

Não deixe para ir ao veterinário apenas quando ele apresentar sintomas. As visitas regulares ajudam a descobrir doenças em seus primeiros estágios, garantindo um tratamento rápido e uma recuperação mais tranquila. Leve-o para fazer avaliações periódicas e exames sempre que puder, pois investir na prevenção é muito mais eficaz e o seu custo muito menor que um tratamento agressivo e invasivo com internação.

15) MANTENHA SEU PET RELAXADO

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Akita relaxando no colo do seu dono (Crédito/Copyright: “NARUCHA KLINUDOM/Shutterstock”)

Muitos cães vivem em ambientes muito diferentes do seu habitat natural, precisando se adaptar às nossas exigências e estilo de vida à cada fase de nossas vidas. Ele também é capaz de sentir toda pressão e stress da vida moderna, e sofre com mudanças em sua rotina, o que também acaba gerando um estresse emocional muito grande, predispondo o animal à doenças de origem psicossomática (doenças de origem mental/ emocional), como dermatites crônicas e distúrbios comportamentais. Cães estressados ficam mais propensos a doenças e sinais de envelhecimento. Portanto, para aumentar a expectativa dele, é importante mantê-lo o mais relaxado e livre de ansiedade possível.

16) CONSIDERE CÃES DE PEQUENO PORTE

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Yorkshire filhote deitado dentro de uma cesta de vime (Crédito/Copyright: “Smart-foto/Shutterstock”)

Os cães de pequeno porte ou cães de companhia são perfeitos para apartamentos, não requerem muito espaço e estatisticamente vivem por mais tempo — por isso, são escolhas excelentes para quem deseja ter um companheiro por muito mais tempo.

17) CONSIDERE OS CÃES VIRA-LATAS

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o bom e velho amigo fiel vira-latas (Crédito/Copyright: “Cesar_Torres/Shutterstock”)

Apesar de não ser comprovado cientificamente, os vira-latas ou com mistura de raças, também tendem a viver mais do que os de raça pura, pois a mistura de raças acaba eliminando possíveis falhas genéticas geralmente mais comuns em cães de raça. Fora que o vira-lata já é um sobrevivente de nascença. Considere a adoção no caso de um deles.

18) TOME MAIORES CUIDADOS COM OS CÃES IDOSOS

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Cão idoso deitado no chão descansando (Crédito/Copyright: “Alex Mladek/Shutterstock”)

Com o passar do tempo, os cães idosos podem desenvolver alguns problemas motores como artrites e artroses, que dificultam a sua movimentação. É muito importante, nessa fase, dar uma maior atenção a velocidade e força dele, evitando exercitá-lo acima de suas capacidades. Os cães mais velhinhos precisam de pausas mais frequêntes durante os passeios ou caminhada, não aguêntam mais correr por longos períodos e já não regulam mais da mesma forma a temperatura do corpo e por isso não toleram temperaturas altas.

Portanto, brincadeiras agitadas e treinos rápidos devem ser conduzidos com cautela, para evitar lesões graves, superaquecimento e fadiga exagerada. Procure também evitar o contato dele com o frio e a umidade, pois a sua imunidade diminui com a idade, deixando-o ainda mais exposto a doenças oportunistas. Seu local de dormir deve dar-lhe a máxima proteção contra o frio e o vento, e ainda evitar seu contato com a umidade e poeira, que podem lhe fazer muito mal. Na presença de outros animais é importante tomar cuidado com possíveis comportamentos agressivos, muito comuns em disputas, mas muito perigosas para os idosos, que são mais sensíveis.

CONCLUSÃO:

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Cachorro idoso feliz (Crédito/Copyright: “S Curtis/Shutterstock”)

Tendo em mente todas essas dicas de cuidados e medicina preventiva, a saúde e o tempo de vida que o seu animalzinho irá ter ao seu lado será bem mais feliz e saudável, e quem sabe até por muito mais tempo, só depende de você!

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