Todo tutor acredita saber cuidar de cachorro, basta oferecer à ele uma vida saudável e feliz. Isto é, o abrigo necessário, uma boa dieta alimentar diária, exercícios físicos e estímulos suficientes. Além disso, muito amor, carinho e atenção sempre que possível. Só isso.

E tudo isso já não seria suficiente? Sim, tudo isso bastaria, no entanto há muito mais envolvido na criação de um filhote saudável. Aqui você vai saber tudo o que precisa sobre como cuidar de cachorro.

Como cuidar de cachorro sem prejudicar a saúde dele

Cuidar de cachorro exige muito mais de nós. É como criar filhos. Não basta dar o básico que eles precisam, é preciso estar o tempo inteiro atento para garantir que nada saia errado. Ninguém gosta de cometer erros na educação dos filhos, assim como ninguém quer errar na criação do cachorro.

Mesmo assim, ninguém é perfeito. É comum, às vezes, cometer erros ao cuidar de cachorro, mesmo nem sabendo que estamos cometendo. Nossos estilos de vida e cotidianos conturbados podem fazer com que esqueçamos de simples medidas que poderiam ajudar a estender a expectativa de vida deles.

No entanto, tudo na vida tem solução, inclusive na vida do cachorro. A boa notícia é que erros podem ser reparados e nunca é tarde para aumentar o nível de carinho e cuidados dispensados à eles. O importante é saber identificar rapidamente nossos erros, para que assim possamos corrigí-los a tempo e deixar de cometê-los no futuro. Saber cuidar de cachorro é essencial para dar à eles a vida que eles merecem.

Consultamos alguns veterinários bastante experientes para saber a opinião deles sobre como podemos, sem querer, estar prejudicando a saúde dos cachorros, diminuindo a longevidade deles ao invés de aumentar. Saiba o que NÃO fazer ao cuidar de cachorro:

1. Permitir que o cachorro engorde

Cuidar de cachorro: Pug obeso deitado no chão de sua casa. (Créditos/Copyright: “Por Rosie love/Shutterstock”)


De acordo com a Associação Americana de Prevenção à Obesidade de Animais de Estimação, cerca de 53% dos cães ainda permanecem obesos. Além disso, a associação descobriu que 95% de seus donos identificaram seus animais de forma incorreta com relação ao peso normal deles.

Como todo veterinário costuma dizer, deixar que o cachorro engorde demais e fique acima do peso não só reduz a expectativa de vida dele, mas também a sua qualidade de vida. Dessa forma, é preciso entender que os cães não processam os alimentos da mesma forma que os seres humanos. Portanto, cuidar de cachorro significa cuidar da alimentação dele, oferecendo uma dieta balanceada e equilibrada diariamente.

Por exemplo, quando um cachorro ingere um pedaço de queijo, isso equivale ao mesmo que um ser humano comer 1 hamburger e meio ou 3 barras de chocolate. Além disso, não é apenas o fato de estar oferecendo ao cachorro um alimento humano, que representa um problema. O fato é o alimento extra à refeição diária, e o tipo de alimento.

Outro fator importante é com relação à quantidade de alimento oferecido. Às vezes exageramos nas quantidades de alimento e na quantidade diária de refeições. Pior, ainda oferecemos quantidades exageradas de guloseimas caninas como recompensas sem propósitos.

Para visualizarmos melhor a questão, alguns veterinários sugerem comparar cada guloseima canina como se fossem barras de chocolate. Você daria mais de uma barra de chocolate por dia para seus filhos? Acho que não. Por isso, cuidar de cachorro é ficar atento à obesidade canina.

Solução:

Se você é daqueles que gosta de recompensar o seu cachorro aqui e ali dando-lhe ocasionais pedacinhos de alimento humano, muita atenção. Primeiro fique atento aos alimentos que cachorro não pode comer, depois à quantidade e frequência com que você faz isso. Monitore também as guloseimas caninas (ossos, biscoitos, etc).

O alimento ideal e a quantidade de alimento oferecido ao seu cachorro deve ser proporcional ao seu peso. O seu veterinário será capaz de estipular a quantidade correta. O cachorro não deve ser alimentado mais que 3 vezes ao dia, sendo que o ideal é duas vezes ao dia, sempre em pequenas porções (manhã e noite) nos mesmos horários.

Nunca deixe o prato dele cheio o dia inteiro. As recompensas devem ser dadas em troca de alguma tarefa cumprida ou bom comportamento. Além disso, deve ser levada em conta na dieta alimentar.

É bom também aumentar a rotina de exercícios, mesmo quando achar que não seja possível. Seja criativo — se estiver chovendo ou muito frio, coloque a coleira e passeie com ele no jardim ou ao redor da casa, o importante é fazer com que ele se mova.

Se o peso não diminuir, consulte o seu veterinário, talvez seja necessária uma dieta específica. O veterinário é capaz de identificar alguma doença, como hiperadrenocorticismo ou hipotireoidismo, que contribuem para o ganho de peso.

2. Negligenciar cuidados dentários

Cuidar de cachorro: Cão fazendo a sua higiene dentária no veterinário. (Créditos/Copyright: “Por Kalamurzing/Shutterstock”)

Doença Periodontal (doença da gengiva), é um problema comum em cachorros. Segundo um relatório da Sociedade humana Americana, veterinários estimam que 85% dos cachorros com 5 anos de idade sofrem dessa doença. A doença periodontal se desenvolve depois que o alimento é depositado na linha da gengiva, formando a placa bacteriana. Esse acúmulo de bactéria pode levar a uma enorme variedade de problemas de saúde para o cachorro, incluindo problemas de coração e infecções nos rins.

Solução:

Veterinários recomendam a escovação diária dos dentes e gengivas, tantas vezes quanto for possível. Não é difícil escovar os dentes do cachorro (a escova de dedo funciona bem também) e ainda há alguns brinquedos de mastigar e ossos que ajudam a reduzir a placa.

Assim como aditivos para a água que ajudam a manter a saúde oral do cachorro. É uma boa ideia marcar também uma visita ao veterinário para uma sessão de limpeza profissional pelo menos uma vez ao ano. Cuidar de cachorro significa cuidar da saúde dental dele também.

3. Ignorar check-ups anuais

Cuidar de cachorro: Dachshund e sua dona em sua consulta anual ao veterinário. (Créditos/Copyright: “Por Syda Productions/Shutterstock”)

Embora seja difícil se comprometer a levar o cachorro ao veterinário todo ano, isso poderá salvar a vida dele. Fazer uma visita ao veterinário algumas vezes ao ano pode ajudar a melhorar a expectativa de vida do cachorro, mesmo que ele esteja saudável ou não tenha nenhuma causa aparente. Não precisa ser a cada mês, mas talvez duas vezes ao ano seja o suficiente, caso ele não apresente nada sério.

A verdade é que em se tratando da saúde canina, o tempo é essencial. Primeiro porque o cachorro não vai te dizer onde dói, segundo porque eles costumam resistentes à dor. Depois, nem sempre as causas ou sintomas são aparentes e, em alguns casos, quando os sintomas aparecem já não há mais muito o que fazer.

No entanto, se você estiver sempre atento e começar o tratamento logo no início do problema detectado, isso pode ajudar e muito na cura e ainda aumentar a qualidade de vida dele. Os check-ups anuais são medidas preventivas, e cuidar de cachorro também significa prevenir doenças.

Solução:

Especialistas recomendam levar o seu cachorro para check-ups físicos anuais ou até duas vezes ao ano (especialmente cachorros com mais de 7 anos). Se o cachorro já apresentar histórico de problemas, deve-se pedir exames de sangue para um melhor monitoramento.

Sempre mantenha o histórico médico do cachorro atualizado e leve-o com você em cada consulta. É importante também manter as vacinas em dia para protegê-los de outras doenças, principalmente quando a imunidade estiver baixa.

4. Deixar de exercitá-lo diariamente

Cuidar de cachorro: Filhote esperando para brincar de bola com seu dono. (Créditos/Copyright: “Por SGM/Shutterstock”)


Não é só porque o seu cachorro brincou bastante num dia que você pode ignorar todos os outros. De acordo com veterinários, exercícios não só ajudam a manter o peso, mas também fornecem estímulo mental ao cachorro.

Além disso, manter uma rotina de exercícios consistente e diária é uma maneira saudável de gastar energia do cachorro e mantendo-lo saudável. O cachorro precisa de exercitar para manter a sua mente saudável. As caminhadas durante os passeios ajuda a manter o bom comportamento dele, a suprir suas necessidades de instinto canino e faz parte da socialização. Além disso, isso pode fortalecer o vínculo entre vocês.

Sem exercícios e estímulos diários o cachorro pode apresentar uma série de problemas de comportamento, pode desenvolver paranóias, irritabilidade, e até depressão. É através das tarefas, brincadeiras e passeios que o cachorro não só mantém a forma física mas também a saúde mental. Cuidar de cachorro significa mantê-lo ativo, fisicamente e mentalmente.

Solução:

Encontre uma atividade que você e o seu cachorro gostem de fazer juntos e incorpore-a na rotina de vocês. De bônus, você vai acabar mantendo ou perdendo peso também. E se você não tem tempo para sair com ele os 5 dias na semana, crie uma rotina diversificada.

Isto é, faça caminhadas ao redor do quarteirão, jogue bola no jardim ou brinque de esconde-esconde pela casa. O importante é não deixá-lo parado e ser consistente. Cada raça vai demandar uma quantidade diferente, mas isso não quer dizer que tenha que ser todos os dias iguais.

5. Expôr o cachorro ao contato com cigarro

Cuidar de cachorro: Não exponha o cachorro à fumaça do cigarro. (Créditos/Copyright: “Por canon_shooter/Shutterstock”)

Como o pulmão dos seres humanos, os pulmões dos cachorros não são equipados para tolerar fumaça sendo soprada no focinho deles o dia todo. Segundo veterinários, o cachorro pode muito bem ser considerado um fumante passivo se conviver com um tutor fumante ativo.

Ou seja, isso pode ser extremamente nocivo aos animais de estimação, podendo causar uma variedade de doenças. Assim como, aumentar o risco de incidência de câncer e problemas respiratórios. Portanto, cuidar de cachorro é não transformá-lo em fumante passivo quando em sua companhia.

Solução:

Obviamente o ideal seria parar de fumar. Mas sabemos que esse é um hábito extremamente difícil de ser largado. Mesmo porque também pode não ser o seu objetivo, não é mesmo? Quem fuma gosta e nem sempre parar de fumar está nos planos. No entanto, isso não quer dizer que você queira o mesmo para o seu cachorro.

Cachorros não fumam, portanto seria uma boa ideia fumar longe do seu cachorro. Mantenha fora do seu alcance quando estiver fumando, e procure fumar apenas em áreas externas, onde a fumaça não irá incomodar ou prejudicar ninguém.

6. Esquecer de prevenir contra pulgas, carrapatos e dirofilariose

Cuidar de cachorro: cachorro sendo vacinado na clínica veterinária. (Créditos/Copyright: “Por Praisaeng/Shutterstock”)

Estas medidas são tão importantes quanto lembrar de manter as vacinas de cachorro atualizadas. O controle de pulgas, carrapatos e vermes do coração (dirofilariose) é crítico para a saúde do cachorro. Pois, estas criaturas minúsculas espalham doenças, algumas até fatais.

Felizmente, existem muitas opções preventivas disponíveis — desde coleiras à medicamentos tópicos e orais. Portanto, cuidar de cachorro é estar sempre prevenido!

Solução:

Veterinários aconselham comprar apenas produtos aprovados pelos mesmos, além de seguir as instruções de dosagem recomendadas. É bom escrever anotar as datas de vencimentos para cada próxima dose do tratamento preventivo como lembretes.

7. Abusar de atividades físicas

Cuidar de cachorro: Pug deitado no chão da sala exausto depois de uma caminhada excessiva. (Créditos/Copyright: “Por fongleon356/Shutterstock”)

Não é porque as atividades físicas caninas são necessárias para a saúde do cachorro que podemos abusar à vontade. Cada raça de cachorro vai ter uma necessidade específica de acordo com seu porte e características. Ou seja, raças pequenas e toy, assim como as raças braquicefálicas (focinho curto), possuem diferentes exigências de exercícios comparadas a outras raças.

Por exemplo, Buldogues ingleses e franceses, Pequineses e Boxers não podem ser exercitados em temperaturas muito altas, pois pode fazer muito mal à eles, podendo ser até fatal. Da mesma forma, você também não vai prender um Chihuahua na coleira e sair correndo com um skate ladeira abaixo. Muito menos vai sair para caçar nas montanhas com um cachorro Shih Tzu. Cuidar de cachorro é entender as necessidades individuais dele e e respeitar agindo sempre de acordo com as suas limitações.

Solução:

Converse com o seu veterinário sobre a quantidade diária de exercícios é necessária ao seu cachorro. Além disso, procure saber quais os melhores tipos de exercício para cachorro. Mesmo os cachorros de mesma raça podem variar em quantidade e tipo de exercício, nem sempre o que é bom pra um é também para outro.

Eu já tive um Labrador, por exemplo que não gostava de nadar. Já tive também uma Buldogue fêmea nada ativa, que aprendeu a nadar por instinto, enquanto o meu Buldogue macho super ativo afundava que nem pedra quando caía na piscina.

Mas lembre-se, se você sentir que o cachorro está mostrando sinais de cansaço, pare de exercitá-lo na hora. Sintomas como ficar ofegante em excesso, deitar no chão no meio do exercício ou caminhada, aparentar fraqueza e cansaço, significam que você deve parar e deixá-lo descansar imediatamente. Tenha sempre água fresca disponível.

8. Dar ao cachorro pedaços de comida humana

Cuidar de cachorro: Golden Retriever com um cupcake no focinho, prestes a roubá-lo e comê-lo.(Créditos/Copyright: “Por Ksenia Raykova/Shutterstock”)

Além de adicionar calorias extras (e ser totalmente desnecessário!) à dieta do seu cachorro, ficar alimentando ele com restos de comida enquanto você faz suas refeições, não é um bom exemplo de comportamento. Além disso, isso pode induzir os riscos do cachorro desenvolver pancreatite.

Muitos alimentos que os humanos consomem são extremamente calóricos e com alto teor de gordura e açúcar comparado ao que os cachorros devem ingerir em suas dietas. Além disso, você vai estar incentivando um comportamento inadequado. Ou seja, o cachorro vai aprender a implorar por comida toda vez que você, ou qualquer outra pessoa, estiver à mesa. Isso é péssimo.

Sem falar que, algumas comidas — incluindo alho e chocolate — podem ser tóxicas se consumidas em excesso por eles. Cuidar de cachorro é contribuir para o bom comportamento dele e prezar pela sua boa alimentação sempre.

Solução:

Se você tem dificuldade em dizer NÃO às investidas do seu cachorro enquanto faz suas refeições, ofereça uma opção saudável à ele. Como por exemplo, pedaços de legumes ou fatias de frutas, como maçã.

Se ele costuma ficar implorando por comida embaixo da mesa, evite que ele esteja no mesmo local quando fizer suas refeições. Coloque a comida dele na mesma hora e em outro local onde ele não possa acessá-los. É importante também se informar sobre quais alimentos são tóxicos ou perigosos para os cachorros, ou seja, alimentos que cachorro não pode comer.

9. Largar o cachorro solto sem supervisão

Cuidar de cachorro: Rottweiler confinado sozinho no quintal sem supervisão. (Créditos/Copyright: “Por Polarpx/Shutterstock”)

Essa é extremamente difícil, eu sei. No entanto, deixar o cachorro livre e solto em áreas externas sem a menor supervisão acaba dando chance para possíveis tragédias. Existem muitos fatores que podem ser perigosos — carros, outros animais, pessoas estranhas — é sempre bom supervisionar, mesmo que ele tenha identificação.

Uma coisa é você deixá-lo no seu quintal, solto, sem coleira ou supervisão (visto que o local seja devidamente seguro e cercado), outra coisa é levá-lo ao parque, praia ou largá-lo livre pelo condomínio. Tudo pode acontecer! Você não faria isso como seu filho, faria? Cuidar de cachorro é tomar conta dele sempre que ele estiver com você, sob sua única responsabilidade. Portanto, esteja sempre de olho!

Solução:

Mantenha o seu cachorro na coleira o tempo inteiro quando ele estiver fora de casa. Se levá-lo ao parque, seja responsável e monitore atentamente as sessões de brincadeiras. E se identificar alguma situação perigosa, recolha o seu cachorro imediatamente e deixe o local.

Por mais que o seu cachorro seja bem adestrado, há situações que não se pode controlar. Ele pode se distrair com alguma coisa, derrubar alguma criança sem querer, ser atacado por outro cachorro e até ser roubado por alguém. Não é bom dar mole para o azar. Cachorro em locais externos, sempre na coleira.

10. Não socializar o cachorro

Cuidar de cachorro: Labrador adulto maduro dormindo aconchegado com filhotinho de gato. (Créditos/Copyright: “Por Vasek Rak/Shutterstock”)

Cachorros que não são socializados de forma adequada não são tão felizes quanto aqueles que foram socializados. Isto é, muitos cachorros desenvolvem ansiedade canina e problemas relacionados à medos de barulhos estranhos, até questões dermatológicas.

Além disso, esses cachorros não costumam apreciar as caminhadas da mesma forma. Ou seja, ficam agitados demais, puxam a coleira, param toda hora pra demarcar território, atiçam outros cachorros.

Um cachorro que que não tem interação humana ou com outros cachorros, não possui oportunidades de diversão ou tempo para brincar pode ficar depressivo e apresentar outros problemas de comportamento. Por isso, cuidar de cachorro é fazer com que ele seja socializado desde filhote, e manter a sua socialização para o resto da vida.

Solução:

Leve o seu filhote ainda jovem (uma vez completamente vacinado e liberado pelo veterinário) a aulas de treinamento e encontros com outros filhotes para que ele se acostume com a presença de outros cachorros.

Deixe que seu cachorro pare e cumprimente outros cães enquanto passeia com ele ou permita que ele receba outros cães na sua casa para brincar. Isso vai fazer com que ele se sinta mais à vontade toda vez que estiver com outras pessoas e outros animais em um mesmo local.

11. Não castrar o cachorro

Cuidar de cachorro: Cão com curativo após cirurgia de castaração. (Créditos/Copyright: “Por PongMoji/Shutterstock”)

Esta gera polêmicas. Mas a castração de cachorro é perfeitamente segura e comum. Além disso, muitos especialistas concordam que ignorar a castração pode ser perigoso para a saúde do cachorro.

A esterilização ou castração dos cachorros é a melhor forma de garantir a redução de riscos de inúmeros tipos de câncer, além de vários problemas de comportamento observados nos cães que não foram castrados.

Além disso, cada ciclo de cio que a fêmea entra faz com que ela esteja ainda mais suscetível ao câncer de mama. Os machos também ficam mais suscetíveis a doenças de próstata e câncer nos testículos. Por esta razão, a castração é um ato de amor, é também uma forma de cuidar do cachorro.

Solução:

Você pode marcar o procedimento para ser feito no próprio consultório veterinário. Se custo for o problema, existem muitas clínicas que possuem baixo custo. Ligue para clínicas e abrigos para descobrir se há possibilidades mais baratas e campanhas grátis de castração.

Quanto ao procedimento, há instruções diferentes para cada raça — há certas modificações com relação às raças maiores e a quando o procedimento deve ser feito. Por esta razão, discuta o assunto e planeje o procedimento com o seu veterinário.

Por Dani Jardim

Dani Jardim é redatora freelancer, contribui com contéudo digital para vários sites diferentes. Amante dos animais, divide o seu tempo escrevendo sobre todos eles neste portal, e nas horas vagas, se divertindo com seus cachorros, o Pug, Bóris e o Buldogue francês, Vasco. Dani também faz parte da nossa equipe editorial como gerente e editora de conteúdo.

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